Galo manifesta desejo de não jogar contra Chape: “Questão humanitária” Galo manifesta desejo de não jogar contra Chape: “Questão humanitária”
Em respeito à tragédia com o voo da Chapecoense e em solidariedade ao próximo rival no Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG não quer entrar em... Galo manifesta desejo de não jogar contra Chape: “Questão humanitária”

Em respeito à tragédia com o voo da Chapecoense e em solidariedade ao próximo rival no Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG não quer entrar em campo pela última rodada da competição no próximo dia 11, em Chapecó. O clube prega respeito ao luto pela morte de quase toda a delegação do time catarinense e vê como melhor saída a não realização do jogo entre as duas equipes, na Arena Condá.

O time alvinegro cancelou os treinos desta terça-feira e quarta. Durante o dia, jogadores do Atlético-MG postaram homenagens aos jogadores falecidos no acidente trágico na Colômbia.

Confira a íntegra da nota:

Diante da tragédia envolvendo a delegação da Chapecoense, membros da imprensa e demais integrantes do voo, o Clube Atlético Mineiro esclarece que:

1 – O que o futebol brasileiro necessita, neste momento, é de um verdadeiro respeito ao luto.

2 – Até por uma questão humanitária, é contra a realização do jogo Chapecoense x Atlético, válido pela última rodada do Campeonato Brasileiro, considerando incabível a sua realização diante dos acontecimentos. É importante, para isto, que haja deliberação da CBF e dos demais clubes da Série A.

3 – Apoia a união de clubes e federações no sentido de atenuar as consequências desportivas desta tragédia para a Chapecoense. Contudo, considera que as formas de auxílio devem ser discutidas em momento oportuno.

4 – Considera que a prioridade neste momento é amparar os familiares dos envolvidos na tragédia.

5 – Por fim, realça a importância da participação de todos os envolvidos no futebol brasileiro, na discussão de medidas que protejam, materialmente e de forma efetiva, os dependentes das vítimas de acidentes como esse, sejam atletas, membros da comissão técnica, profissionais da imprensa ou dirigentes, de modo a garantir cobertura securitária digna aos familiares.

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