Depois de dividir os vocais com o colombiano J Balvin no hit Ginza,Anitta dá outro passo na sonhada carreira internacional. No início do mês ela foi ao México gravar o clipe de Sim ou não com Maluma, cantor que é um fenômeno da música latina. “Estou interessada na minha internacionalização, mas não é brincadeira de criança. É difícil, demanda muito trabalho. Não dá para achar que vou cantar uma música em inglês e bombar de uma hora para outra”, diz ela, que tem pesquisado a fundo a cultura de países latinos. Foi nessas pesquisas que conheceu o trabalho de Maluma, o príncipe do gênero reggaeton.

“Cheguei até ele pela internet. Fui atrás, fiz um snap cantando uma de suas músicas, ele gostou, passou a me seguir nas redes sociais e começamos a nos falar”, afirma. No início do ano, quando estava de férias em Orlando, Anitta foi convidada para ir até Miami encontrá-lo em uma premiação musical. Ela foi e, na época, surgiram rumores de um affair. Ela nega e, de lá para cá, engatou — e já terminou — um namoro com o ator Pablo Morais. “Estou solteira, sempre estive. Acontece é que tenho 23 anos, então é óbvio que conheço pessoas, me relaciono, deixo de me relacionar. É normal na minha idade”, desconversa ela, garantindo estar focada no trabalho. “A carreira é minha prioridade”, afirma ela, que bateu um papo com a coluna:

Como é o clipe de Sim ou não?

É um jogo de sedução entre o menino e a menina, aquela coisa do vai rolar ou não vai rolar. No clipe rola, o final é feliz. Gravamos no México, em um único dia. Fiz um bate-volta, foi bem corrido porque tinha compromisso aqui no Brasil no dia seguinte, mas essa era a única data que o Maluma podia. Deu tudo certo, o trabalho fluiu tão bem que até fizemos uma festa no final da gravação. Sempre faço meus clipes com o Giovanni Bianco, mas, desta vez, por uma questão de agenda, ele não conseguiu dirigir. Quem fez foi o diretor Jessy Terrero, que já dirigiu clipes da Jennifer Lopez e do Ricky Martin.

Sonha com a carreira internacional?

Sim, estou muito interessada na minha internacionalização. Mas sei que não é uma brincadeira de criança, não dá para achar que vou cantar uma música em inglês e bombar de uma hora para outra. Tenho viajado para conhecer a cultura de outros países e, embora não tenha dado nenhum passo ainda, estou estudando muito. Demanda muito esforço, muito trabalho e é isso que eu tenho feito para entender a melhor forma de fazer algo. Isso, claro, caso eu veja que exista realmente uma possibilidade.

No novo clipe Anitta foi dirigida por Jessy Terrero, que já trablhou em clipes de Jennifer Lopez e Ricky Martin (Foto: Sergio Blazer)

Como conheceu o Maluma?

Foi justamente nessas minhas pesquisas. Cheguei até ele pela internet. Fui atrás, fiz um snap cantando uma de suas músicas, ele viu e gostou, passou a me seguir nas redes sociais, conheceu o meu trabalho e começamos a nos falar. Quando eu estava de férias em Orlando, no início do ano, ele me convidou para ir em uma premiação de música latina, em Miami, na qual ele ia participar. Eu fui, adorei e desde lá amadurecemos a ideia de fazer algo junto.

Na época chegou a se especular que vocês estavam juntos. Rolou?

Eu estou solteira, sempre estive. Não costumo ficar rotulando nada. O que acontece é que, por mais que esteja solteira, tenho 23 anos. Então é óbvio que conheço pessoas, me relaciono, deixo de me relacionar, isso é coisa normal de uma pessoa da minha idade.

Como está sua relação com o Pablo Morais hoje?

Está tudo bem entre a gente. Nunca existiu um início, um fim, um meio, nada…está tudo normal entre a gente. Se algum dia eu tiver alguma coisa muito séria, que eu tenha certeza e fique a vontade para falar, eu conto. Por enquanto estou vivendo, sou nova, estou muito focada no meu trabalho e ele é minha prioridade hoje.

Mudou sua rotina após a tentativa de invasão do suposto fã à sua casa?

Ando normal, como sempre andei. Esse episódio não mudou nada, vivo minha vida, vou ao mercado e para tudo o quanto é lugar. Não fico me prendendo a isso, porque se não a gente não vive. E, quando tem que acontecer, não adianta ter um milhão de seguranças que acontece. Quem quer planejar nosso atentado, meu amor, vai planejar. Você pode ter mil seguranças que não adianta. Sou muito desencanada, não perco a minha liberdade por nada.

Como tem visto esses casos de assédio revelados por muitas mulheres?

Nunca passei por algo marcante, que tenha me abalado. Mas isso também é um pouco da minha característica, essa coisa de não focar muito nisso. Mas é muito importante, não só a mulher, mas todos serem valorizados, respeitados. Hoje em dia é preconceito e desrespeito para tudo o quanto é lado, já não importa mais se é mulher, homem, gay… o tempo está passando e, ao invés de evoluir, estamos andando para trás. É um desrespeito sem fim. O mais importante de tudo é a sociedade se conscientizar da importância do respeito ao ser humano, independente de qualquer coisa. Eu não lembro de nenhuma fato revelante, felizmente, é uma sorte. Até hoje ainda não passei por nada assim,de assédio, para me lembrar.

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