Na terça-feira, 3, o prefeito Gilson de Souza (DEM) utilizou a tribuna da Câmara de Vereadores para fazer um balanço do seu governo. Ele iniciou seu discurso lembrando das boas colocações do município a nível nacional: Franca é considerada a 41ª cidade mais desenvolvida do país e uma das 100 melhores no Brasil para se investir.

“Enquanto os outros municípios não têm dinheiro para pagamentos, antecipamos tanto a primeira quanto a segunda parcela do 13º salário. Ser prefeito nesse mandato é uma experiência diferenciada, porque o país vive um momento de dificuldades economicamente. Mas aqui o município é referência. Por isso, fico muito contente. A cidade está uma beleza”, disse Gilson, que encerrou sua fala agradecendo toda a sua equipe de secretários e servidores pelo trabalho realizado e desejando a todos um feliz Natal.

Gilson de Souza durante discurso na Câmara/Foto: divulgação

O vereador Della Motta criticou o pronunciamento do prefeito Gilson de Souza. “Este vereador está atônito. Achei que estava em Zurique ou Berna [cidades suíças]. Não estamos vivendo na mesma cidade. Franca está esburacada, camelôs da Praça dos Correios estão sendo beneficiados em detrimento de outras, e milhões de reais são gastos em propaganda e com a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas)”, opinou.

Ele listou outros problemas, como a falta de médicos, o fechamento de escolas. “Não será um final de ano feliz para a nossa cidade. É lamentável. Creches serão inauguradas no início de 2020, que é ano político”, apontou Della Motta.

O vereador Adérmis Marini (PSDB) iniciou sua fala na tribuna contando sobre blitz que ele e os vereadores Della Motta (Podemos), Kaká (PSDB) e Marco Garcia (Cidadania) realizaram no terminal de ônibus central. Ele criticou a sujeira do local e a altura do mato nas calçadas da área central.

O parlamentar também se pronunciou sobre o projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a contratar operação de crédito com o Banco do Brasil. O empréstimo será de R$ 10 milhões e deve ser utilizado para recapeamento asfáltico. “Este governo aprovou o REFIS. Aguardamos saber quanto foi arrecadado. Mas ano que vem não tem esse programa. É hora de ter eficiência na gestão. Meu voto é contrário ao projeto”, declarou Adérmis.

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