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A notícia à Serviço de Franca/SP

EXCLUSIVO: Ex-alunos de professora encontrada morta prometem ‘tuitaço’ e revelar o que sabem

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Ex-alunos da professora Solange Moretti Gomes, de 42 anos, encontrada morta em uma residência, em Franca, prometem “abrir o jogo” e falar tudo o que sabem sobre o caso em um movimento programado para acontecer às 12h, nesta sexta-feira (4), pelo Twitter. Segundo os organizadores, a ideia é promover um tuitaço com a hashtag #solvaisersómaisuma? e os participantes vão falar tudo o que sabem sobre a vítima e o que pode ter causado a morte de Solange.

Uma das organizadoras, que prefere não ser identificada, disse com exclusividade ao repórter Thiago Garcia, esperar que esse não seja mais um caso esquecido. “Não só eu, mas todos os alunos que tiveram o privilégio de ter uma professora excelente, assim como ela, a gente vai correr atrás, não vamos ‘passar pano’, e que no dia de amanhã não seja uma filha minha na situação que a Solange se encontra… E a Justiça? O que a gente puder fazer, a gente vai fazer e vai falar tudo que sabe sobre o caso, sem filtro, só falar a verdade”, disse a ex-aluna que ainda completou. “Quer prova? É só cavar fundo, porque tudo é concreto”.

Ouça abaixo a reportagem:

Caso Solange

A morte de Solange foi registrada na última quarta-feira (2), quando a sogra a encontrou sem vida e pendurada na grade da residência, na rua José Comparini, no Jardim Dermínio, na zona Oeste. No local, os policiais militares acionaram o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e o médico constatou que a professora já morta e tinha hematomas no corpo que foi levado ao IML (Instituto Médico Legal), após os trabalhos da perícia.

A professora Solange Moretti foi encontrada morta, aos 42 anos

O caso foi registrado na CPJ (Central de Polícia Judiciária) e está sendo investigado pelo setor especializado da DIG (Delegacia de Investigações Gerais). No boletim de ocorrência, o marido de Solange disse à polícia que ela estava com depressão e que vinha sendo perseguida, mas não soube dizer por quem e nem o motivo de tal perseguição.

Solange era professora na rede estadual de ensino e lecionou, em Cristais Paulista (SP) e deixa uma filha, de 3 anos. O sepultamento aconteceu na manhã, de quinta-feira (3), no cemitério Santo Agostinho, em Franca.

Reportagem: Thiago Garcia

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