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A notícia à Serviço de Franca/SP

Gilson de Souza autoriza funcionamento de lojas em esquema drive thru

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A Prefeitura de Franca publicou em edição extra do Diário Oficial desta quarta-feira, 22, a atualização do decreto que prevê medidas preventivas contra o coronavírus no município. Uma das novidades é em relação ao funcionamento do comércio.

Como o governo estadual determinou para prosseguir com a quarentena até 10 de maio, a Prefeitura proíbe o atendimento presencial e não está autorizando a abertura das lojas ao público, mas faz uma adequação e regulamenta o serviço dos estabelecimentos – de qualquer segmento – que decidirem trabalhar com o sistema Drive Thru (entregas de mercadorias dentro dos veículos) ou Takeaway (viagem). Os shoppings também devem seguir as regras, utilizando as áreas de estacionamento para organizarem o Drive Thru, mas os consumidores não podem descer ou entrar no interior do Shopping.

Os locais devem colocar barreiras físicas nas entradas do imóvel e proibir a permanência de clientes no interior; todos os funcionários devem usar máscaras e fica obrigatório o fornecimento de álcool em gel gratuitamente para que os funcionários e consumidores façam a higienização das mãos. A Prefeitura recomenda ainda que a população adote o uso de máscaras também. “A nossa preocupação é cuidar da saúde das pessoas e preservar a economia do município, por isso estamos agora avançando em mais uma etapa, que é o funcionamento do comércio em sistema Drive Thru, proposta que surgiu a partir de plano de trabalho construído em conjunto entre a Acif, o Ministério Público e a Prefeitura. Faremos a retomada do comércio gradativamente”, afirmou o prefeito Gilson de Souza.

Os locais ficam obrigados a afixar cartazes para divulgar os contatos de telefone, aplicativos, site ou email, permitindo que os clientes antecipem seus pedidos e evitem aglomeração, para reduzir o risco de transmissão do Coronavírus.

As medidas são válidas a partir desta quinta-feira, 23, e seguem até dia 10 de maio, mesmo período estabelecido pelo decreto do governador do Estado de São Paulo, que proíbe a abertura do comércio, exceto de segmentos tidos como essenciais.

O descumprimento pode acarretar em advertência, multa e até fechamento do local. A fiscalização será feita pela Vigilância Sanitária.

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