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A notícia à Serviço de Franca/SP

Lei sobre obrigatoriedade de portas eletrônicas em bancos é debatida na Câmara de Franca

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Durante a sessão ordinária da última terça feira (30) a Câmara Municipal de Franca recebeu representantes do Banco Santander e da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) para debater junto aos vereadores uma proposta de atualização da Lei Municipal nº 4.889, de 10 de setembro de 1997, que dispõe sobre a obrigatoriedade das agências bancárias instalarem portas de segurança eletrônicas.

A proposta apresentada prevê a atualização da Lei nº 4.889, no tocante a instalação de portas giratórias nas agências bancárias, visando adequar a legislação ao atual cenário do setor, que mudou em razão da modernização dos serviços ofertados e das novas tecnologias implantadas, sobretudo após a pandemia de Covid-19.

De acordo com os representantes, a medida proporcionará ainda a redução de custos para abertura de novos postos de atendimento bancários, beneficiando a população.

Déurick Grégory, coordenador de relações institucionais do Santander, justificou a necessidade da atualização da lei em razão das mudanças ocorridas com as novas tecnologias, além da redução na circulação de dinheiro em espécie nas agências: ‘A forma de pedir comida mudou, de andar de carro mudou, de se comunicar com as pessoas já evoluiu e o sistema bancário mudou bastante (…) é uma proposta que beneficia a todos, que traz benefícios para a segurança pública, privada, desenvolvimento para a nossa cidade e que na ponta vai beneficiar toda a população de Franca’, justificou Déurick.

Rafael Parreira, membro da Comissão de Segurança da Febraban, apresentou aos vereadores as tecnologias que estão sendo implantadas pelos bancos para coibir ataques criminosos às agências bancárias.

Parreira ainda criticou a fragilidade das portas giratórias para segurança: ‘A porta hoje é facilmente burlada. As quadrilhas chegam com arma de brinquedo, passam pela porta de segurança, chegam ao vigilante, rendem o vigilante e terminam o assalto com a arma do vigilante’, explicou.

Parreira destacou ainda que a transformação das agências convencionais em novos modelos de postos de atendimento, onde não há circulação de numerário, tem apresentado bons resultados, reduzindo a quantidade de ataques criminosos e perdas nas cidades onde foram implantadas.

O vereador Claudinei da Rocha (MDB), presidente da Câmara Municipal, esclareceu que o tema deve ser muito bem analisado pelos parlamentares antes da tomada de qualquer decisão: ‘É de extrema importância, mas têm que ser analisada todas as questões’, explicou Claudinei.

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