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Magazine Luiza chega ao seleto grupo das 50 maiores do país

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O Magazine Luiza conta hoje com mais de 850 lojas distribuídas em 16 Estados brasileiros

Com uma receita líquida de R$ 11,9 bilhões, o Magazine Luiza ocupa um lugar de destaque entre as mil maiores empresas do Brasil. Apenas 49 companhias em todo o País são maiores que a francana, segundo o ranking Valor 1000, feito pelo jornal Valor Econômico em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos em Finanças da FGV (Fundação Getúlio Vargas).
O Magazine Luiza, grupo da região que possui a melhor colocação no ranking (veja mais em texto nesta página), conquistou a 50ª posição ao apresentar em 2017 (ano do estudo) uma receita líquida 15 vezes maior que o orçamento anual de Franca, estimado em R$ 787 milhões.
A rede varejista avançou 13 posições em relação ao levantamento anterior e é a sétima maior entre as varejistas do País. O Magazine Luiza, que completou seis décadas no mercado, conta hoje com mais de 850 lojas distribuídas em 16 Estados brasileiros.
Em todo o país, à frente da rede francana, apenas gigantes, como a Petrobras – a maior de todas -, JBS, Vale; empresas estatais, como Eletrobras, Correios e Sabesp, por exemplo; companhias ligadas aos setores de petróleo, gás e energia; e entre as mais conhecidas, Atacadão/Carrefour, Cervejaria Ambev, Telefônica, Claro, Via Varejo, Walmart, Volkswagen, Globo e Raia Drogasil.
O estudo analisou mais de 3 mil empresas, dentre elas cerca de 500 de capital aberto. Foram considerados oito indicadores contábeis e financeiros, que incluem desde a variação da receita líquida sobre o patrimônio líquido até a geração de caixa sobre as despesas financeiras.
Números em ascensão
O ML fechou o ano de 2017 com lucro líquido de R$ 389 milhões, uma alta de mais de 340% na comparação com 2016. No acumulado do primeiro semestre deste ano, a empresa registrou um lucro de R$ 288,2 milhões, alta de 120,2% na comparação anual. Em seis meses, a receita atingiu R$ 7,309 bilhões, crescimento de 32,8% ante os números do ano passado.
O desempenho positivo da empresa foi impulsionado principalmente pelo ritmo de crescimento das vendas no e-commerce do grupo, muito acima da média do varejo, segundo informações do próprio Magazine Luiza, fornecidas pela diretoria no início deste ano logo após a divulgação do lucro do ano passado. Em 2017, quase 50% dos R$ 171 milhões investidos pela companhia foram direcionados para a área de tecnologia.
“O avanço acelerado das vendas é reflexo da estratégia de multicanalidade, adotada pelo Magazine Luiza há duas décadas, e do aprofundamento do movimento de transformação digital da companhia”, disse a empresa, em nota atribuída à diretoria, à época.
Recentemente ,a empresa foi a única brasileira a aparecer em um estudo do banco Credit Suisse, que analisa quais varejistas possuem as melhores chances de sobreviver ao “apocalipse do varejo”, que nada mais é que o fechamento de lojas tradicionais que sofrerão fatalmente com a disrupção de empresas tecnológicas como a Amazon.
A rede varejista está ainda entre as empresas mais inovadoras da América Latina, elencada pela revista americana Fast Company.
Única da lista que não é uma nativa digital, a varejista ficou em sétimo lugar da região, por ter introduzido no País o modelo de compra virtual após uma prova dos produtos em lojas físicas, e por programas inovadores, como aquele que estimula clientes a se tornarem revendedores da loja no Facebook.
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