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Opinião: Tem benzedeiras honestas e benzedeiras estelionatárias. Dona Iraci está de volta

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Dona Iraci utiliza os postes da cidade para divulgar o trabalho como benzedeira

Existem benzedeiras e benzedeiras. As tradicionais e as picaretas.

As que benzem pois acreditam ser intermediárias de um bem para o próximo e as que benzem para enganar pessoas. As benzedeiras que não cobram e as que arrancam a grana dos desavisados.

As benzedeiras tradicionais estão em extinção e estão sendo substituídas por benzedeiras bem mais modernas, porém menos éticas e cada vez menos acreditadas.

Na maioria das vezes, tudo que as benzedeiras tradicionais têm a oferecer, são orações e pensamentos positivos. Seja presencialmente, seja por interseções à distância, as benzedeiras e rezadeiras ainda são o refúgio de muita gente em momentos difíceis.

As queixas de quem as procura, vão desde as enfermidades, sensações de mal olhado e há testemunhas que garantem ter alcançado uma cura pedida. Acolhedoras de pessoas dos mais variados credos, confiantes nos poderes espirituais, as benzedeiras se tornaram responsáveis por manter vivos, muitos ritos tradicionais.

Já as outras, aquelas menos éticas, prometem de tudo e não entregam nada. De enriquecimento fácil, curas milagrosas de doenças à recuperação de amores perdidos. E tudo a custa de dinheiro, muito dinheiro.

Essas estão cometendo um crime. O crime de charlatanismo, estelionatárias espirituais.

Em Franca, diversos postes de vários locais da cidade, estão recebendo cartazes de uma tal de “Dona Iraci”, que se diz benzedeira com poderes especiais. Embora não anuncie, faz de tudo em troca de dinheiro.

Bem. Benzedeira ela não é e nunca foi… Ouça o comentário de Jerônimo Sérgio Pinto.

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